Globo - Vestibular e Educação

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Quais são os direitos e os deveres?


Foi determinado hoje, dia 05 de outubro de 2010, um termo de freqüência para professores, que será registrado pelos próprios alunos do curso de graduação em Engenharia de Produção Mecânica da URCA. Este termo tem por finalidade constar em documento a ausência do professor à aula sendo penalizado conforme já descrito em documento e validado pelo corpo discente e docente da Instituição, assim como a coordenadoria de Assuntos Estudantis da Instituição, coordenadoria do curso e o Chefe de Departamento. As penas estabelecidas promovem a repressão, advertência, suspensão (sujeito a desconto no salário), expulsão e demissão do cargo.

Com medo de ameaças, alguns alunos, por anos, não repreendiam os professores por faltarem às aulas, com a percepção de alguma “perseguição” por conta dos professores, medo de reprovação em determinada disciplina. Por lei temos direitos e deveres, tanto alunos como professores, dos alunos seria a obrigação de estarem presentes as aulas, assim como execução de trabalhos e testes, por parte dos professores seria também a presença em sala, como também a conclusão de todo o conteúdo programático, bem elaborado e passado corretamente aos alunos, elaboração das provas dentro do que foi passado, para que o aluno seja avaliado corretamente pelo seu conhecimento sobre o assunto estudado.

Infelizmente em nossa instituição, é comum saber de professores que não cumprem o seu dever, cobram além do que foi estabelecido, tornando o aluno repressor de sua própria vontade, deixando o aluno aquém daquilo que lhe foi pré-suposto. Nós, alunos do curso de Eng. de Produção Mecânica da URCA, sabemos muito bem quem e quais são os que fazem isto acontecer, e desde cedo procuramos por mudanças, melhoras ou que pelo menos a instituição ande conforme esperamos que seja. Não queremos nada mais do que pedimos, e a única coisa que pedimos é que os professores cumpram com o que lhes foi especificado. Uma coisa que acontece com veemência é o fato de alguns professores estarem concursados em nossa instituição e estarem contratados em outras Instituições Particulares, ao qual não possui algum tipo de estabilidade em sua função correndo o risco de sair a qualquer momento, enquanto aqui, em nossa Instituição Pública, ele, o professor, por ser concursado, não corre algum risco de sofrer nenhuma repressão nem por parte do departamento do curso, nem da coordenação, e muito menos dos próprios alunos que sofrem com a ausência dos professores. Não podemos mais passar por isso, medo todos temos, porém não deveremos ter medo, nem temos que aceitar repressão de professor algum, até porque somos muitos, enquanto eles solitários, são apenas um, e não deveremos nos entregar tão facilmente.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Mais que um investimento?!

Foi lançado no dia 09 desse referido mês, Setembro, um investimento de 2.664,959,06 R$ para a construção de um Ginásio Poliesportivo da Instituição, assinado, uma ordem de serviço, pelo próprio Reitor da nossa Universidade, Professor Plácido Cidade Nuvens, o Secretário da Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Estado, Professor René Barreira, e o arquiteto Nilo Sérgio.

Segundo o Reitor, Professor Plácido, esse investimento é uma conquista para um passo firme em busca de um sonho a ser realizado.

"Agora iniciamos a concretização de uma sonho", diz Professor Plácido, e segundo o Secretário a construção deste Ginásio Poliesportivo será importante não somente para a própria Instituição, mas sim, para toda a região do cariri, visando abrir portas para o incentivo à prática de esportes pelas comunidades que constituem essa região que sente a cada dia uma notável evolução em todas as suas áreas.

Segundo o próprio Secretário, o espaço não será somente para uso de práticas desportivas, mas para uso cultural, pois o mesmo pode-se estabelecer como um espaço multi uso, como atividades acadêmicas e sociais, não somente desportivas. 

"René Barreira lembrou da inauguração realizada recentemente do Restaurante Universitário, como espaço de convivência democrática de todos os estudantes, com refeições diárias, docentes e servidores. O Secretário destacou os investimentos realizados nos últimos anos nas universidades estaduais, com aumento do custeio finalístico desde 2008. Neste ano de 2010, estarão sendo investidos R$ 220 milhões no sistema estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Superior do Estado, além da educação técnica e tecnológica. São os investimentos programados."

(Observa-se que para as Instituições de Ensino Superior em todo o Estado, o investimento de R$ 220 milhões torna-se significante mas não o suficiente para garantir uma razoável estrutura que suporte tudo aquilo que engloba os cursos ministrados, suas disciplinas, como materiais adequados, laboratórios bem estruturados, ou até mesmo um prédio adequado para suportar um corpo discente.)

"O projeto do Ginásio Poliesportivo foi apresentado pela Vice-Reitora, Professora Otonite Cortez.  Foram mais de 30 anos para concretização do projeto, que será edificado no Campus do Pimenta e terá área construída de R$ 6.008,90 metros quadrados; cobertura metálica de 5.076,55 m²; uma quadra de 800 m² e arquibancada com capacidade de receber 2.150 pessoas. O Ginásio ainda contará com uma cantina, uma sala para administração, banheiro, hall de acesso, baterias de banheiros masculinos e femininos, palco para eventos, vestiários feminino e masculino, sala de apoio, hall de atletas, sala VIP com banheiros, alojamentos feminino e masculino, além de sala de estar para atletas."


Cremos que será um excelente investimento para a nossa Universidade como um todo, porém ainda sentimos carência de um certo suporte de um nível mais adequado para certos cursos, um Ginásio Poliesportivo contribuirá principalmente para o curso de Educação Física, como para outras modalidades não acadêmicas, porém ainda faltam laboratórios completos para alguns cursos, ou até mesmo equipamentos adequados, novos, preenchimento no corpo docente da Instituição, como nos relacionados Campus da mesma.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Quando acreditar?!



Como acreditar num futuro? 

Quando se sonha!
Quando se tem uma base para determinar este sonho!
Quando apenas vivemos em um mundo, num ambiente onde tudo que está ao nosso redor nos envolve e nos transforma, nos faz pensar, imaginar e querer sonhar. E nele está o nosso futuro.

Nossa instituição de ensino superior, a nossa 'grandiosa' Universidade Regional do Cariri - URCA - vive com dois mundo paralelos, em que jamais se encontrarão, jamais se tornarão um só, essa afirmativa pode-se ser tomada a partir da atual coordenação, que impõe por ela própria uma divisão entre os cursos. É racional e lógico saber que os cursos em si são diferenciados pelas disciplinas a serem ministradas, entre outras ocasiões, mas é valido afirmar que eles são diferentes também devido a falta de estrutura, apoio, suporte necessário, investimento financeiro, de material adequado, dentre demais problemas que podem ser observados a 'olho nú', sem ser preciso invadir a privacidade de reitores e pró-reitores, ou responsáveis coordenadores. A diferença é radical, campus como o crajubar (Juazeiro do Norte - CE), o de Barbalha, Iguatú, Pena-forte, Cedro, entre outros não recebem o mesmo apoio e investimento que sua cede no Crato, localizada na rua do Pimenta, o mais ridículo é saber que pedidos foram feitos para melhoramento dos equipamentos usados para estudos, para melhoria da qualificação dos próprios alunos, e tais pedidos decorrem de anos em anos a dentro, e não são nem analisados como o mínimo a ser pedido.

Sofremos descaso realmente, sofremos um certo abandono por parte de uma reitoria ausente em nossa instituição, sofremos uma agressão que mesmo com palavras não somos nem ao menos ouvidos, e que no final somos apenas usados. Pedimos por uma oportunidade de poder sonhar alto, de poder sonhar mais, poder ter ao menos um sonho, pois quando entramos estamos satisfeito, porém desiludidos quando saímos. 

Queremos sonhar mais, ou pelo menos que continuemos sonhando, é somente isso que pedimos, não somos 'coisas' para sermos somente usados, somos pessoas que pensam e admiram a instituição em que estudamos.

Somos muitos, não somos fracos, somos apenas 'estudantes' em meio a uma multidão.

(...)